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Pesquisa

Leucemia é o câncer mais comum entre jovens

Estudo "Câncer na criança e no adolescente no Brasil" mostra que cerca de 30% dos casos oncológicos em pessoas com até 18 anos são da doença sanguínea, sendo o tipo de câncer mais frequente na faixa etária. Entre elas, crianças de 1 a 4 anos são as mais afetadas, com índice de 31%.

Após um ano de idade e até o final da adolescência, o câncer é a primeira causa de mortes por doença. Porém, cerca de 70% dos casos podem ser curados.

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PESQUISA DE LINFONODO SENTINELA EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA

Tipo: 
Apresentações
ID: 
AO-67
Autor(es): 
GONÇALVES, A. R.; CARVALHO, R. V.; COELHO, S. O.; GUTIERREZ, F. N. G.; GRABOIS, M.; FONSECA, T.; ANTONUCCI, J.; REZENDE, J. F.
Instituição: 
HOSPITAL DO CÂNCER I - INCA
Introdução: 

Desde relatos de Morton em 1992, a pesquisa do linfonodo sentinela é usada em adultos portadores de melanoma e câncer de mama, para estadiamento, avaliando a disseminação linfonodal. Esta técnica mostrou ser um procedimento cirúrgico de menor morbidade, evitando linfadenectomias radicais desnecessárias.

Metodologia: 

A partir de 2004 os pacientes pediátricos do HC I/INCA portadores de melanoma que apresentaram classificação de Clark acima de IV e/ou Breslow maior de 1,0 e mais recentemente os sarcoma de partes moles, estão sendo submetidos a pesquisa do linfonodo sentinela, pela Seção de Cirurgia Pediátrica, seguindo a mesma técnica descrita para os pacientes adultos. A técnica da pesquisa do linfonodo sentinela já é realizada para melanoma e nevus atípico com sucesso e segurança a longa data para os pacientes adultos, nos sarcomas e em pacientes pediátricos, ainda encontra-se em estudo, só com um seguimento em longo prazo poderemos dizer do sucesso do procedimento.

Resultados: 

A pesquisa do linfonodo sentinela foi realizada em 4 crianças, sendo 3 portadoras de melanoma e 1 portadora de sarcoma epitelial de coxa esquerda. A presença de metástases ocorreu em um dos casos de melanoma e a criança foi submetida, em seguida, a linfadenectomia radical, nos outros pacientes a pesquisa foi negativa. Em todos os casos não foi observado edema ou diminuição do retorno venoso. Os 4 pacientes encontram-se vivos, sem evidência de doença, em controle ambulatorial com média de 12 meses. Em dois casos observamos a persistência da “tatuagem” da pele, decorrente do azul patente, injetado na região da cicatriz da ressecção do tumor, mas com evidente regressão.

Conclusão: 

Com esta técnica acreditamos ser possível minimizar a morbidade dos pacientes pediátricos portadores de melanoma e sarcomas, na pesquisa da disseminação linfonodal, para isto se faz necessário um maior número de casos e um maior tempo de acompanhamento, sendo importante: uma seleção criteriosa dos casos, observando-se a localização anatômica, a possibilidade de seguir a técnica sem fugir do protocolo específico do tumor, avaliação prévia do cirurgião da possibilidade de identificação da área de drenagem bem como da extensão da doença. O procedimento deve beneficiar sobretudo o paciente.

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Interação social pode diminuir risco de LLA pediátrica

Para crianças pequenas, freqüentar escolas, parquinhos ou outros ambientes em que elas encontrem seus pares pode ter mais benefícios do que simplesmente estimular a sociabilidade. Um estudo sugere que esse tipo de contato pode reduzir em 30% o risco de leucemia linfóide aguda (LLA), o tipo mais comum de câncer infantil. Feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Berkley, o trabalho dia 29 de abril foi apresentado no congresso Leukaemia Causes and Prevention, em Londres.

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Estudo aponta relação entre neuroblastoma e variação cromossômica

Mais uma novidade no estudo do neuroblastoma. Pesquisa de um grupo internacional detectou que indivíduos com uma variação genética no cromossomo 6 são mais susceptíveis ao desenvolvimento da neoplasia – e de uma forma particularmente agressiva. Liderado por John Maris, do Hospital Infantil da Filadélfia, nos Estados Unidos, o trabalho foi publicado dia 7 de maio, na edição online do “New England Journal of Medicine”. Foram analisadas amostras de sangue de 1.032 de crianças com neuroblastoma, contra 2.043 amostras de crianças saudáveis, que constituíram o grupo de controle.

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Cuidados paliativos diminuem sofrimento de pacientes sem possibilidade de cura

Um estudo retrospectivo publicado na edição de 1º de abril do “Journal of Clinical Oncology” traz boas notícias para quem acompanha casos sem possibilidade de cura, uma das situações mais difíceis em oncologia pediátrica. A importância que os cuidados paliativos adquiriram durante os últimos anos se refletiu diretamente na qualidade de vida desses pacientes, e eles hoje apresentam menores níveis de sofrimento. Liderada por Joanne Wolfe, do Dana-Farber Institute, nos Estados Unidos, a pesquisa revisou os arquivos médicos de 119 pacientes de câncer infantil falecidos entre 1997 e 2004.

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Gene ODC1 pode ser marcador do neuroblastoma

Um trabalho apresentado no encontro anual da American Association for Cancer Research (AACR)– que ocorreu entre 12 e 16 de abril em San Diego (EUA) – pode trazer boas contribuições para o tratamento do neuroblastoma, um dos tumores extracranianos mais freqüentes em crianças. O gene ornitina descarboxilase (ODC1) despontou como um possível marcador para a neoplasia, capaz de indicar o prognóstico dos pacientes. A pesquisa foi feita por Michelle Haber, do Children’s Cancer Institute da Austrália, e sua equipe.

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Rastreamento pode diminuir mortalidade do neuroblastoma

Um estudo feito no Japão questiona a idéia de que políticas de rastreamento em massa não influem na mortalidade do neuroblastoma, um dos tumores extracranianos pediátricos mais comuns. O trabalho, publicado online em 5 de abril na "The Lancet", analisa os resultados de um programa vigente no país entre 1984 e 2003 que rastreou milhões de crianças com idade entre seis meses e um ano.

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PET-MRI promete avanços do diagnóstico por imagem

A fusão de duas novas tecnologias promete boas novidades na área de diagnóstico por imagem em oncologia. Pesquisadores da Universidade Eberhard Karls, na Alemanha, desenvolveram um aparelho multislice que combina a tomografia por emissão de posítrons (PET, na sigla em inglês) com a ressonância magnética (RMI, na sigla em inglês).

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Linfopenia pode aumentar gravidade de infecção causada por VRS

O vírus respiratório sincial (VRS) é uma causa comum de infecção respiratória em crianças e adolescentes. A infecção já é séria em crianças saudáveis, mas torna-se potencialmente fatal em pacientes imunodeprimidos. Nos casos de câncer pediátrico, a infecção por VRS pode comprometer seriamente o tratamento e provocar a morte. E, segundo um novo estudo feito nos Estados Unidos e publicado na edição de fevereiro da revista Pediatrics, os pacientes com menos de dois anos ou com linfopenia severa são os mais predispostos a ter uma manifestação grave deste tipo de problema.

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Estudo avalia carcinoma colorretal pediátrico

Embora seja uma doença mais comum nos adultos, o carcinoma colorretal, quando ocorre nos pacientes pediátricos, é mais associado ao diagnostico tardio e ao prognóstico pior. Porém, como se trata de uma neoplasia rara, ainda há pouca documentação a respeito. Com o objetivo de preencher esta lacuna, um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos fez uma extensa pesquisa sobre a manifestação pediátrica da neoplasia.

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